quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Deveríamos utilizar a dor como aliada

"É tão imenso o medo da dor do parto que nem se permite a chance de entrar em contato com ele..."

Dor é algo que a maior parte dos seres vivos sente. Há alguns que por questões de anomalias genéticas não sentem dor, o que pode lhes gerar sérios problemas com relação à sua vida e sobrevivência. Posto por esse ângulo, dor tem função.

Por que então nós rechaçamos tão fortemente a dor? Ela não será uma reação natural de nosso organismo frente a algo que ele percebe?

Vamos entender uma pouco mais sobre a dor. Há dores físicas, há dores fantasma (percebidas por pessoas em membros que foram amputados), há dores emocionais. Via de regra, nós evitamos situações em que haja a possibilidade de sentirmos qualquer possibilidade de dor. Grande exemplo disso é o altíssimo número de cesáreas eletivas que ocorrem no Brasil. É tão imenso o medo da dor do parto que nem se permite a chance de entrar em contato com ele, corre-se para agendar um procedimento garantindo que essa dor não aconteça. No entanto, seria a natureza burra ao ponto de nos fazer sentir dor sem motivo algum?

A dor de cabeça nos mostra que há algo acontecendo e que precisamos cuidar disso. A dor do parto nos mostra que chegou a hora do bebê nascer e que precisamos nos preparar para toda uma nova vida que teremos daí para adiante. É uma dor vista por muitas pessoas como um ritual necessário para essa transcendência de mulher para mãe.

E as dores do coração? Terão qual função?

Será que elas não nos ensinam quais caminhos e escolhas são benéficos para nós e quais não?

Será que ao sentir dor após ter tido determinado comportamento, isso não pode ser percebido como algo a não se fazer mais?

Será que ao fazer certa escolha e essa lhe machucar não pode ser percebida como um alerta de que essa não é a direção?

Será que então ao invés de negarmos ou lutar com as dores, não faz mais sentido as usarmos como aliadas, aceitando-as e nos entregando a elas, podendo assim passar por elas com menos resistência e assim absorver o que deve ser aprendido?

Quando lutamos contra a dor ela só aumenta. Quando relaxamos e não a vemos como inimiga ela se torna mais tranquila de lidar. Passa a não ser mais algo a ser extirpado, mas sim, vivido.

Não nos alienemos de nossas dores. Se elas se fazem presentes, precisam ser observadas e digeridas. Não temos a possibilidade de aprender se a negamos (bebendo, fugindo, arranjando logo outra pessoa para ocupar o vazio da anterior etc)


Reflita sobre isso e quais os possíveis efeitos de aceitar e abraçar algo que é natural à nossa condição de humanos.

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domingo, 10 de agosto de 2014

Você toma as rédeas sobre sua vida ou age passivamente?

"A vida é um eco. Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo” Buda

Quantas e quantas vezes estamos insatisfeitos com a nossa vida: com relacionamentos que temos, com situações pelas quais estamos passando, por eventos que acontecem. E o mais comum nesses momentos, é reclamarmos e culpabilizarmos o externo pelo que está ocorrendo. 

Desse modo, ficamos estagnados, de mãos atadas, sem a possibilidade de nada fazer. Quando nos permitimos entrar nesse contexto, não há chance alguma de mudança, a não ser que ela venha de fora mas, não temos controle algum sobre isso.


Sempre que algo acontece em nossa vida, algum grau de responsabilidade temos sobre isso. Seja por que fizemos ou deixamos de fazer alguma coisa. Dessa maneira, se a sua relação amorosa não está boa, no que você está contribuindo para isso? Se o seu trabalho não está satisfatório ou as relações que estabelece no mesmo não estão agradáveis, o que está fazendo que influencia isso? Ou ainda, por que ainda está lá? Se a sua vida social não está fluindo... que comportamentos está tendo para facilitar que isso ocorra?

Quando nos fazemos essas perguntas, mudamos a nossa percepção girando nosso foco de fora para dentro e aí toma-se o controle sobre a situação. Não estou com isso dizendo que tudo que acontece conosco ou em nossa vida é responsabilidade nossa. O que estou dizendo é que sempre temos algum grau de contribuição e, portanto, de escolha. Se algo não está satisfatório, você pode buscar identificar o que está fazendo e, identificando o que pode estar contribuindo para esse contexto, mudar, ao invés de ficar culpabilizando o externo.

Isso te torna mais senhor(a) de sua própria vida, faz com que a tome em suas mãos ao invés de ficar na postura de vítima ou gastando energia reclamando. Permite também fazer mudanças antes que as situações fiquem insustentáveis ou ainda que outros façam as mudanças por você e, nem sempre, essas sendo para a direção que você gostaria.

Quando nos apropriamos de nos mesmos, tomamos consciência de nossas ações no mundo, passamos a ter maior controle sobre nossas vidas e tornamo-nos autores das mesmas e não meros coadjuvantes. Assim, se não está gostando de algo, reflita sobre o que depende de você para fazer com que seja diferente. Opte por ser agente ativo ao invés de agente passivo. Compreenda que para cada ação há uma reação e, desse modo, sua vida é reflexo do que você faz.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Quanto mais bem-sucedida, maior a dificuldade de arrumar um companheiro

"O desafio agora é: retomar a receptividade e sensibilidade do feminino"


É cada vez mais comum ouvirmos falar em divórcios e casamentos desfeitos, bem como em inúmeras dificuldades nos relacionamentos amorosos. Dentre as mulheres, muitas sozinhas, com o mesmo discurso comum de "não encontro o homem certo". 

Afinal, o que está acontecendo?

Obviamente não serei leviana em querer encontrar uma única explicação para esse cenário. São diversas mudanças que ocorreram ao longo dos anos, as quais trouxeram ganhos por um lado mas, perdas por outro, dentre elas: libertação sexual, o "ficar", aumento do individualismo (com diminuição da valorização do coletivo e da família) etc. Nesse texto irei me ater a mudança nas crenças e comportamentos das mulheres.

A maioria de meus pacientes é constituído por mulheres, desse modo posso dizer que tenho uma amostra significativa do que se passa com elas nos dias atuais. Muitas estão solteiras e, parte das que estão em um relacionamento, estão insatisfeitas. 

Percebo mulheres capazes, independentes e bem-sucedidas se queixando da falta de um companheiro que as acompanhe. Quando digo "acompanhe" me refiro ao crescimento profissional, aos ganhos financeiros, na autonomia quanto às suas coisas pessoais: morar sozinha, cuidar do seu espaço...

As mulheres de modo geral, tiveram muitas conquistas recentemente mas, não na área amorosa; parece que esse quadro piora na medida em que a mulher se torna mais bem-sucedida e autônoma. Além da tendência de muitas mulheres perceberem diversos homens como "fracos", uma vez que diferente desses, conseguem assumir uma postura multitarefa com êxito (ser profissional, dar conta de uma casa - mesmo que muitas vezes contratando uma secretaria do lar, sustentar-se, ser mãe, etc), acabam dessa maneira não "precisando" de um outro e, diante disso, passam a se virar sozinhas. Isso influencia a parte emocional, de modo que essas mulheres se fecham para a vulnerabilidade e intimidade emocional. Assim, os relacionamentos não têm como acontecer.

As mulheres mudaram o cenário de suas próprias vidas e de uma sociedade mas, estão pagando um preço bastante alto pelas suas conquistas. Talvez na tentativa de se equiparar aos homens, tenham se saído tão bem, que se tornaram também mais racionais e renegaram sua parte mais sensível.

O desafio agora é: retomar a receptividade e sensibilidade do feminino (pedindo e aceitando ajuda, permitindo-se se envolver, podendo ser frágil) sem abrir totalmente mão da autonomia e independência.

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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Energia da raiva pode ser utilizada para construir

"A raiva por si só não é ruim e nem boa, assim como qualquer outra emoção. Bom ou ruim é o que fazemos com ela"


As emoções são importantes atributos que temos e que, além de nos permitirem nos relacionarmos com coisas, pessoas e situações (são elas que motivam nossos comportamentos) também são termômetros de como as percebemos. Sem as emoções, nosso funcionamento e respostas seriam muito diferentes.

Uma das emoções muito mal "compreendida" é a raiva. Ela é vista por muitos como algo ruim e prejudicial.

A raiva por si só não é ruim e nem boa, assim como qualquer outra emoção. Bom ou ruim é o que fazemos com ela. Podemos utilizar a energia que ela gera (que é muita) para destruir ou construir. Por exemplo, para praticar uma atividade física, fazer uma faxina ou sovar uma massa de pão. Enfim, qualquer atividade que requeira mais energia, que seja mais vigorosa, assim como é com a raiva.

Quando se tem consciência do que gerou uma determinada emoção e se relaciona melhor com esse conteúdo, passa-se então a não sofrer tanto pela emoção resultante, seja ela de tristeza, medo ou raiva, porque aceita-se essa emoção ao invés de brigar com ela.

Meu conhecimento e experiência me mostram que muitas vezes a raiva pode ser uma forma de defesa contra o medo que se sente frente a uma situação, mas que não se percebe. O que acaba se percebendo é somente o que se vê diante disso: uma reação de agressividade. Isso abre uma oportunidade de perceber a raiva de outra maneira: uma tentativa de se proteger (bem como as reações instintivas dos animais quando percebem perigo - fogem ou atacam).

O que devemos nos perguntar é: "O que estamos temendo?", "Há realmente uma ameaça ou nós que interpretamos a intenção da pessoa desse modo?"

É possível que através desses questionamentos percebamos que fazemos diversas distorções cognitivas (veja aqui) em contextos que não necessariamente há uma ameaça mas, por percebermos desse modo, sofremos.

Reveja suas reações agressivas, perceba quando a raiva aparece, reflita se há a percepção de ameaça e você está respondendo "eriçando os pelos e colocando as garras de fora"; veja se há realmente necessidade disso contra essa pessoa ou se há o medo da vulnerabilidade e, para evitar isso, ataca.


Aproveite as situações para se conhecer e poder trabalhar sobre elas.


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domingo, 13 de julho de 2014

Todo sonho realizado sempre traz um ônus

"Bônus vindo de um sonho conquistado não apaga seu ônus e, pensar dessa forma, é receita para frustração"


Inúmeras pessoas buscam ter sucesso na vida: ascender a um determinado cargo, ganhar "x" por mês, ocupar uma posição social de destaque etc.

A maioria pensa em todos os ganhos que terá conquistando isso mas... poucos pensam no que perderão.

É muito comum as pessoas sonharem ou estabelecerem metas de coisas que querem alcançar. Ficam imaginando como será quando chegarem a determinado ponto, traçando objetivos, planejando os passos, organizando o que deverá ser feito. Tudo isso é muito positivo, e é esse o caminho para se fazer mudanças ou para se fazer novas conquistas.

No entanto, é difícil quem pense no que terá que abrir mão quando chegar a esse outro lugar. Quando se alcança um cargo de presidente, se tem muito menos tempo livre, não se conta hora extra, há muito mais obrigações, cobranças, responsabilidades. Quando se tem um filho, você passa a viver para outro ser. O tempo para se dedicar a outras coisas, que não o filho, fica escasso; sair com os amigos ou para algum programa de lazer fica muito mais complicado. Há muitas noites maldormidas etc. Ou seja, tudo tem o seu preço. Há coisas boas, mas também coisas ruins.

Quando não levamos em conta os ônus que virão junto com os bônus, podemos nos decepcionar muito com essa conquista ou ainda não conseguir mantê-la (por exemplo: desistir dela). Isso não tem a ver com não apreciar o que se conseguiu, mas sim, de não "bancar" o pacote todo.

Muitas vezes quando estou atendendo meus pacientes e esses estão contando sobre algo novo que querem fazer ou sobre algo que querem alcançar pergunto-lhes: "Você banca isso?"
Juntos, analisamos não só o que virá de bom, mas também as perdas que ocorrerão e, escolhendo seguir nessa direção, como então lidar com elas, de modo a se adaptar da melhor maneira possível.

Com base nisso, sonhe o que quiser sonhar, planeje maneiras de conquistar suas metas, trace estratégias necessárias para isso, mas analise também os pontos que terá de abrir mão e se "banca" isso.
Não se iluda pensando que haverá somente coisas boas ou que as boas "apagarão" as ruins, pois isso é receita certa para frustração e até para não "bancar" as conquistas feitas.

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Por que é tão difícil para muita gente dizer não?


"Será que é possível sermos assertivos e ainda assim sermos amados?"

É muito comum quando chega um novo paciente no consultório ele ter como uma das questões a se resolver o problema de colocar limites para as outras pessoas, dizer não. Outros vêm com o objetivo de serem mais assertivos o que inclui conseguir dizer para as outras pessoas quando não está gostando de algo, que um determinado comportamento de alguém lhe faz mal etc. 

De qualquer modo, o ponto em comum é o mesmo: medo de desagradar.


Muitos de nós fomos criados ouvindo frases como: "mamãe não gosta que você faça isso" ou "papai vai ficar triste se você agir assim" ou ainda "você é feio porque bateu na sua irmã". Todas elas passam a mesma mensagem, de que "quando eu faço determinada coisa eu desagrado pessoas que são muito importantes para mim ou de que sou uma pessoa ruim". De qualquer forma, o resultado esperado é o mesmo: "perder o afeto das pessoas que amo". Isso para uma criança é quase uma questão de sobrevivência.

Quando adultos podemos saber conscientemente que mesmo que alguém se chateie conosco ou até que se afaste, que sobreviveremos mas, mesmo assim, tememos essas situações e fazemos de tudo para nos esquivar delas, inclusive passar por cima de nós mesmos.

Quantas vezes você não quis emprestar dinheiro para alguém, porque já havia tido a experiência de não receber de volta, mas mesmo assim acabou concordando?

Quantas vezes você quis fazer algo mas, por saber que alguém importante para você ficaria chateado ou com ciúmes acabou por não fazer?

Quantas vezes alguém te pediu algo e mesmo você não querendo ou não podendo fazer acabou cedendo?

Pergunte-se: o que te levou a ter esse comportamento?

O que você temia que acontecesse caso dissesse "não" ou expressasse como se sentia diante daquele contexto?

No fundo, temos medo de sermos rejeitados, deixados de ser amados, queridos e, para que esse grande mal não aconteça, fazemos coisas que não queremos. Entretanto, você se lembra de alguma experiência na qual tenha colocado algum limite e, ainda assim, não ter sido rejeitado(a)? De que a pessoa envolvida ainda continuasse te dedicando afeto? O que essa situação te faz pensar? Será que é possível sermos assertivos e ainda assim sermos amados?

Há um outro ponto também a ser levado em conta: como você se sente quando faz algo somente para não desagradar outra pessoa?

Como você fica com relação a essa pessoa? Como fica a relação de vocês? Vale a pena deixar as coisas assim pelo possível risco de desagradá-la?

Medo de ser rejeitado por dizer não geralmente é infundado

Quando passamos a refletir sobre as situações nas quais nos esquivamos de sermos assertivos percebemos inúmeras vezes que nossos medos são infundados e que ficamos ainda mais infelizes por passarmos por cima de nós do que com a possibilidade (já que muitas vezes não há prova) do outro se chatear conosco.

O que ocorre é que estamos reproduzindo situações de nosso passado onde nossos pais ao invés de nos conscientizar da consequências de nossas ações e deixar que escolhêssemos, acabavam colocando em xeque o amor que sentiam por nós. Hoje, adultos, revivemos esse mesmo sentimento com outras pessoas que nos sejam importantes. A maneira de sair desse ciclo é questionando-se diante de eventos os quais nos causem medo de nos colocarmos e tomarmos consciência do que realmente está se passando naquele momento. Assim seremos movidos pelo nosso lado adulto e não por nossa "criança interna assustada" a qual inclusive passará a se sentir mais segura conforme for tendo provas de que ela sobrevive as possíveis rejeições (que realmente poderão acontecer) e que muitas vezes não deixará de ser amada.

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domingo, 8 de junho de 2014

Você vive mais no passado ou no futuro? Descubra

Há uma frase de Buda que diz: "O segredo da saúde, mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas... viver sabia e seriamente o presente".



Isso não é absolutamente fácil para a maior parte das pessoas. Se formos conversar com alguém e prestarmos atenção ao discurso do nosso interlocutor, perceberemos que há uma probabilidade grande de ele estar falando ou sobre coisas que podem ocorrer no futuro e "pré-ocupações" ou sobre coisas que já aconteceram e se lamentando e/ou reclamando.


Dificilmente alguém fala do momento presente: do que está fazendo, do que está sentindo, de dificuldades que tem etc.

Como a fala é resultado do que está passando na cabeça da pessoa e, o que pensamos influencia como nos sentimos e nossos comportamentos, então podemos concluir que todo o funcionamento da pessoa estará alinhado e respondendo ao contexto em que ela escolhe se colocar (passado, presente ou futuro).

A treinadora e praticante master em programação neurolinguística Junia Bretas demonstra isso nesta frase: "Depressão é excesso de passado em nossas mentes. Ansiedade excesso de futuro. O momento presente é a chave para a cura de todos os males mentais".

Com base nisso, você já se perguntou em que momento vive?

Se está preso ao passado, se queixando sobre ele, saudoso do que já foi, culpando-se por algo que tenha feito? E consequentemente triste, às vezes sem forças ou apático, choroso e até com depressão. Ou, de repente, se já está sempre se antecipando, perguntado-se a todo momento "E SE isso acontecer?", "E SE aquilo não der certo?", "E SE...", "pré-ocupando-se" e pensando repetidamente em como resolver os problemas que ainda nem chegaram? E, diante disso, apresentando uma respiração curta e rápida, taquicardia, tensões e dores musculares, agitação física e mental e possivelmente com algum transtorno ansioso como crise de pânico, transtorno de ansiedade generalizada etc.

Percebe o quanto suas escolhas influenciam e até determinam sua saúde e bem-estar? O porquê de viver no presente é tão importante e não somente uma frase-chavão. Por que práticas como ioga, relaxamento e meditação são cada vez mais recomendadas?

Não é difícil se perder do momento presente e ir parar no passado ou futuro, principalmente na realidade em que a maioria de nos vive hoje de muita correria, cobrança, coisas para fazer, estímulos por todo lado, competitividade, altas metas, prazos curtos etc.


Mas, quanto mais nos alienarmos e entrarmos no automático, mais doentes, insatisfeitos e infelizes ficaremos. Fiquemos atentos, acordados de para onde estamos levando nossas vidas e, tomemos as rédeas das mesmas, nos condicionando sozinhos ou com auxilio de conhecidos (familiares, amigos, cônjuges) ou profissionais (psicoterapeutas, coachs, dentre outros) a vivermos mais no presente.

Leia este texto também em Via Estelar.