quinta-feira, 28 de julho de 2016

Como fazer para não ter uma vida pequena.





Você está alinhado consigo mesmo?

Quanto as coisas que lhe são verdadeiramente importantes ocupam do seu tempo e tem espaço no seu dia a dia?

Você sabe quais são as coisas que lhe são essenciais? Que te trazem bem estar, alegria e paz?



Meu convite é para uma reflexão nesse sentido e para uma retomada do seu caminho rumo à sua essência e o que verdadeiramente te faz feliz.

Precisamos de tempos em tempos nos lembrar que somos pois, podemos não ser mais os mesmos de antes e, desse modo manter os menos hábitos não tem sentido e, muitas vezes entramos no automático da rotina e atropelamos a nos mesmos.



Como diz Mário Sérgio Cortella: "podemos uma vida curta, mas, que esta não seja pequena."



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Pai empoderado é pai presente! ❤️





Se você é pai "gestante", pai de bebê ou criança pequena. Esse vídeo é para você!

Como você se sente na posição de pai?

Sente-se seguro em assumir as atividades de pai? Sente-se seguro em ficar sozinho com seu/sua filho(a), em cuidar dele(a), em fazer dormir, dar banho, etc?

Percebe se em alguns momentos você deixa de participar mais ou por não saber cozinhar ou não ter autoconfiança em segurar ou lidar com seu/sua filho(o)? Ou talvez a própria mãe acaba assumindo essas tarefas e você se sente meio que de escanteio sem saber como ou quando entrar.

Quais são as dificuldades que você mais sente?

Compartilhe conosco.

Falar é curativo e também pode auxiliar outras pessoas.

Mãe precisa de um tempo para si. Senão não dá conta do recado.





Se nós mães não tiramos um tempo para nós: para descansar, para relaxar, para de distrair, para fazer algum hobbie não conseguimos manter o pique, paciência, compreensão e amorosidade para criamos nossos filhotes de maneira saudável.


Tempo mais curto? Oportunidade de ter mais foco e qualidade nas escolhas.





Quando viramos mães precisamos nos adaptar a uma nova realidade. O tempo se torna artigo escasso e por se faz necessário utilizá-lo com mais sapiência. Uma das maneiras de fazer isso é focar mais em mais qualidade do que em quantidade e, para isso precisamos reconhecer e compreender o que realmente é importante para nós. Não há regras e nem devemos permitir que julgamentos morais influenciam nisso. Para algumas pessoas dançar é o quebra faz sentir viva, para outra é ler, para outra ainda é encontrar com os amigos, para outros viajar. Em algumas dessas atividades podemos buscar adaptações para incluirmos os pequenos. Para outras fica muito mais difícil ou até impossível. De qualquer modo, precisamos encontrar algumas pequenas brechas para podermos praticar essas pequenas coisas que nos fazem bem. São elas que nos mantém sãs, são elas que nos dão forças no dia a dia, são elas que nos ajudam a respirar fundo quando algo nos pega emocionalmente, são elas que nos auxiliam a sermos quem somos; sem elas vamos perdendo nossa identidade e ficando pessoas sem cor e deprimidas. Por isso mesmo com pouco tempo, crie tempo para se dedicar a você. Encontre respiros na sua rotina. Isso não é ser egoísta, pelo contrário, todos têm a ganhar com isso!

Você já descobriu quais são as suas gotinhas de luz que mantém a sua alma acesa? O que é essencial para você? Compartilhe aqui conosco, isso pode auxiliar outras pessoas a tomarem mais consciência sobre si mesmas. ❤️



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Maternidade perpassa por muita abnegação, doação e falta de liberdade.





Este vídeo é para as mães de bebês ou crianças pequenas.

Quem e já se sentiu extremante só? Ou sobrecarregada e sem forças? Quem já teve como desejo maior tomar uma banho sossegada ou poder fazer número 1 ou 2 sozinha?  Quem já chorou ou sofreu pelas coisas da vida antiga que abriu mão? Quem já quis sumir ou já pensou que não daria conta?

Se você respondeu sim a algumas dessas perguntas ou a todas elas posso te dizer que você não é exceção. Esse é o puerpério. Sim! Ele é quase que devastador para muitas mães. É processo do luto de toda a vida que se deixa para trás e dessa mulher que já não pode existir mais, dando abertura para essa nova vida e essa nova mulher-mãe.

Há diversas alegrias mas, como como sobre estas muitas pessoas já falam, meu intuito é compartilhar o outro lado da moeda para que você mãe, saiba que não está sozinha e, para você futura-mãe, não crie expectativas fora da realidade evitando que se frustre. Ser mãe é uma missão, um trabalho árduo. Por isso compartilhar suas dificuldades, dores e sofrimentos é algo que auxilia a você se reequilibrar e, estar com outras semelhantes a você ajuda com que esse período não seja vivido de maneira tão solitária. Vamos colocar para fora nossas dores e alegrias. Vamos partilhar o que é ser mãe e nossa experiência com a maternidade.

Quais são as suas dores? Quais são as suas necessidades mais profundas?





Quais são as suas dores? Quais são as suas necessidades?

Você já parou para de perguntar isso?

Já tirou um tempo para realmente observar quais são os desconfortos que você tem?

Não há como resolver um problema sem antes nominá-lo, sem antes compreender e descrever o que está acontecendo.

Convido a você a essa reflexão e auto observação no intuito de clarear quais seus incômodos e, com base nisso começar a trabalhar para encontrar respostas e soluções. Sigamos juntos nessa jornada, pois, no fundo estamos todos aqui para aprender e, por isso não estamos sozinhos. ❤️



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O início de tudo: o parto! E com ele a culpa e a frustração.





Parir nunca foi causador de medo ou dificuldade para mim. Minto! Antes de engravidar eu tinha MUITO medo da dor mas, quando me vi grávida por algum motivo que não sei explicar qual, esse medo se foi. Mas, o que veio depois foi uma frustração GIGANTESCA por não ter conseguido fazer o parto normal que eu havia tanto sonhado. Precisei de muito tempo, muitas sessões de terapia, muitas auto reflexões, muitas leituras e MUITO amor e maturidade para poder aceitar que as coisas aconteceram como deveriam acontecer. De que não era menos mulher por ter feito uma cesárea a um parto normal. De que não era mais fraca por ter precisado de analgesia. Que não foi falta de nada da minha parte e nem erro de ninguém; simplesmente é assim que foi.

Não brigar com a realidade, aceitar minhas imperfeições, convidar a amorosidade a participar, estas eram as primeiras questões que se descortinavam na minha estréia no mundo da maternidade. Preparei-me muito para o parto mas, somente para aquele parto que eu idealizava e, quando ele não foi daquele modo me frustrei muito. Foram dias de lágrimas, semanas de pesar, meses de reflexões. Hoje posso dizer que compreendo o quanto a idealização de algo me atrapalhou muito naquele momento e até hoje o faz na minha vida como um todo e principalmente na minha maternagem. Precisamos baixar as expectativas. Precisamos compreender que quando somos mães não temos mais como ter o controle de tudo (se é que tínhamos em algum momento) e que as coisas muitas e muitas vezes não saíram como planejamos ou como gostaríamos. Nos perdoarmos é um excelente caminho. Mas, esse é um tema para um outro vídeo.

Ônus e bônus de ser mãe.





Percebo que ser mãe mudou completamente minha vida e a deixou de cabeça para baixo. Por mais que eu corra e busque rapidamente dar uma arrumadinha aqui e alí a hora que vejo já tem uma nova bagunça em outro lugar. Nunca mais a vida será a mesma. Nunca mais eu serei a mesma. 
Como mulher, mãe e psicóloga busco diariamente respostas para minhas dificuldades e frustrações e, meu intuito é compartilhar essas experiências com vocês; às vezes com sorrisos e às vezes entre lágrimas. Estes são os ônus e bônus de ser mãe.

Saiba como sair da lua de mel e ingressar no cotidiano da vida em comum

"Não é o amor que mantém o relacionamento. É o relacionamento que mantém o amor"

Casamento é muito além de uma festa e uma viagem de lua de mel. Casamento é a livre escolha de manter-se lado a lado com uma pessoa partilhando da sua vida com ela.

Muitas pessoas almejam ter um relacionamento duradouro, ter alguém para fazer as coisas juntos, pensam em se casar e assim passar mais tempo com aquele que se ama.

Tudo isso é realmente muito bonito e interessante com exceção de que dificilmente as pessoas estão preparadas para a realidade de lidar com a rotina debaixo do mesmo teto.  Há muito mais de idealização do que de pensamentos realistas.

Muitas coisas se tornam diferentes depois de passar dia a dia convivendo em uma mesma casa e precisando partilhar muito mais decisões e acontecimentos.

Casar é algo realmente belo e rodeado de sonhos, devaneios e muita alegria. É o pós-chegada da lua de mel que muitas vezes se torna um grande desafio para inúmeras pessoas.

Viver junto e fazer isso dar certo necessita de muita conversa, paciência, compreensão, cumplicidade e certamente afinidades e coisas em comum. Geralmente quando as diferenças são muito exacerbadas tendemos após diminuição da paixão a nós incomodarmos com os comportamentos e escolhas distintas que o outro tem, podendo interpretá-las como errôneas, ruins ou até como atos contra nós.

O diálogo torna-se peça fundamental para a garantia da continuidade da relação. O que antes se sustentava pelo sentimento, agora precisará de cuidado, dedicação e força de vontade para se manter.

É necessário monitorar seus pensamentos percebendo quais distorções podem haver frente aos comportamentos do outro, pois muitas vezes o que mina e distância a relação são as percepções que vamos tendo a respeito do outro e, na falta de compartilha-las com o cônjuge ou checar sua validade, elas podem ir crescendo e se somando até o momento que isso gere brigas ou até um termino definitivo.

Não é incomum em um casal que um pense: "Ele tem tempo para fazer todas as coisas que gosta, mas quase nunca tem tempo para mim"; "Ela quase nunca tem vontade de fazer sexo comigo"; "Ele só quer saber de assistir futebol e encontrar com os amigos, mas dificilmente conversa comigo"; "Ela está sempre cansada e não tem mais vontade de me acompanhar nas diversões" etc. Esses são alguns exemplos de pensamentos que podem ser distorções cognitivas e que, se não forem devidamente registrados e trabalhados, podem levar a um afastamento do casal. 

Há um ditado que diz que em casamento nunca se deve dormir com uma briga e deixá-la para o dia seguinte. Essa ideia é de excelente visão, pois se não buscamos clarear mal-entendidos ou partilhar os medos, angústias, tristezas ou irritações um com o outro, estas tenderão a se acumular e depois poderemos não saber mais onde tudo começou.

Se você quer casar e morar junto ou se já o fez, coloque a mão na consciência e reflita se você está disposto(a) a realmente fazer a coisa acontecer, se está disposto(a) a resolver as discussões não importando quem está certo ou errado, se você está disposto(a) se abrir com o(a) parceiro(a) sobre suas aflições, se está disposto(a) a ficar vulnerável para que o outro realmente te conheça e assim possam resolver as sufocações que se criam, sejam elas na realidade ou no pensamento um do outro.


Finalizo com uma história para maior reflexão sobre o tema:

"Oito da noite, numa avenida movimentada.
 O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
 O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderá ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
 Mas ele ainda quer saber:
 – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido
 um pouco mais…

 E ela diz:
 – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
 Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais,  teríamos estragado a noite!"


Leia este teto também em Vya Estelar.



Que mentiras você conta para não fazer o necessário?

"Podemos nos esconder atrás de nossas justificativas"


Todos já escutamos alguém se justificando de algo que não fez explicando que isso aconteceu por isso ou aquilo. 

Muitos de nós somos hábeis em encontrar desculpas (muitas vezes verdadeiras) para justificar o porquê de não realizarmos algo ou por nos comportarmos de determinado modo.

Muitas vezes temos justificativas realmente factíveis, mas pelo fato de elas existirem, muitas vezes podemos nos esconder atrás delas e interpretar que elas são as causadoras da situação.

Como disse Henry Ford: "Se você pensa que pode ou se você pensa que não pode, de qualquer forma, você tem toda a razão." Dessa maneira se acreditamos que qualquer evento (seja do nosso passado, da nossa personalidade, o comportamento de outra pessoa etc) é o motivo para fazermos ou não fazermos algo, então inviabilizamos qualquer possibilidade de mudança.

Do contrário, se compreendemos que essa variável pode sim interferir ou influenciar nossa decisão, sentimento ou comportamento, mas que não somos reféns dela, podendo escolher construir outro resultado, então temos a possibilidade de termos consequências diferentes.

Não é fácil descobrirmos e nem percebermos muitas vezes que aceitamos essas justificativas como determinantes. mas quando conseguimos fazer isso, passamos a ser mais "senhores do nosso destino".

Reflita sobre isso.


Leia este texto também em Vya Estelar.


Ansiedade

O que é?

Ansiedade é sinônimo de nervosismo, preocupação e medo em relação a perigos reais ou imaginários que podem acontecer no futuro conosco ou com alguém que gostamos muito.

O que são os perigos reais e imaginários?

1) Perigos reais: São os medos que sentimos em razão de estarmos em situações que realmente oferecem perigo. Por exemplo: medo de ser assaltado ao andar à noite em uma rua sombria de São Paulo ou de ser atropelado ao atravessar uma avenida movimentada fora da faixa de pedestre, etc.
2) Perigos imaginários: São os medos que sentimos apesar de estarmos em situações seguras. Por exemplo: medo de não conseguir fazer o trabalho no prazo, de receber uma crítica do chefe, de viajar de avião, etc.

Quem comanda a ansiedade?

A mente. A intensidade e a maneira com que lidamos com a ansiedade é determinada pela forma que o nosso cérebro interpreta a situação.

Qual a relação entre o cérebro e a ansiedade?

Quando uma pessoa se sente de alguma forma ameaçada ou vulnerável a um perigo (real ou imaginário) o cérebro ativa o corpo para se defender, por meio da liberação de vários hormônios, que o preparam para enfrentar ou escapar do perigo. Uma discussão com a esposa ou o chefe basta para o cérebro interpretar as situações como ameaçadoras e ativar todo o circuito de ansiedade no corpo.

Quais são as alterações corporais ativadas no corpo pela ansiedade?

Coração batendo mais rápido, tremedeira, suor nas mãos, agitação motora, tensão muscular, tontura, dificuldade para respirar, bochechas quentes, sensação de vazio no estômago, aperto no peito, etc...

Como as pessoas pensam quando estão ansiosas?

De forma preocupada e pessimista. O ansioso pensa exaustivamente em tudo que pode acontecer de ruim na situação futura. A cada minuto sua mente é bombardeada por milhões de perguntas: “E se isso acontecer?”

Como a ansiedade atrapalha a vida de uma pessoa?

1) Trabalho: O ansioso vive se preocupando. Pensa: “Não vai dar tempo de terminar esse relatório. Meu chefe vai ficar furioso. Vou ser demitido”. No longo prazo, a produtividade no trabalho cai, pois as preocupações diárias são esmagadoras e atrapalham a concentração e o foco nas tarefas.

2) Amor: Imagine que são 7 horas da manhã. O ansioso vê a quantidade de trabalho que tem pela frente no dia e pensa: “Não vou conseguir chegar a tempo em casa hoje. Minha esposa ficará chateada novamente comigo” Ao chegar em casa, a esposa está com cara feia porque passou um dia ruim. O ansioso já interpreta antecipadamente que é o culpado pela cara feia da esposa e, imediatamente, atira as pedras: “Você não me entende. Tenho muito trabalho!” Isso acontece diariamente. Portanto, é fácil imaginar como é ter um relacionamento amoroso com um ansioso. A ansiedade mal gerenciada é um veneno contra o amor.

3) Família: Em um almoço de domingo, um pai ansioso pensa: “Meu filho não chegou até agora. O que será que aconteceu?; Por que ele não atende o celular? Será que sofreu um acidente no caminho? Fica pensativo e tenso.” Quando o filho chega, o pai já está bufando de raiva e desespero. Consequentemente, dá uma bronca desproporcional no filho. O ansioso não conta com imprevistos. Isso o aborrece profundamente e a vida em família, aos poucos, se torna intolerável, recheada de mágoas e rancor.

4) Estudos: “É impossível estudar tudo. Então, com certeza, não vou passar na prova. Nem adianta estudar mais. Estou vendo que é muito conteúdo.” A preocupação antecipada destrói a motivação do ansioso e, consequentemente, há um declínio vertiginoso no seu rendimento acadêmico.

5) Social: Um encontro com os amigos o ansioso pensa: “Porque não marcam logo o lugar do encontro? Preciso me programar. Detesto ser pego de surpresa e ter que mudar os planos em cima da hora. Meus amigos são muitos desorganizados e não tem consideração por mim. Se tivessem consideração, não fariam isso.” A falta de flexibilidade do ansioso bloqueia a espontaneidade nos encontros e acaba com toda a diversão.

Portanto, é importante driblar a tirania da ansiedade no dia-a-dia para se ter uma vida menos angustiante, mais produtiva e feliz. A boa notícia é que a Terapia Cognitiva -TC cada vez mais vêm provando cientificamente bons resultados na gestão da ansiedade.